Em Poderiapoderá, atravessamos uma experiência de tempo, de desejo, de ternura de um pintor, onde os dias se misturam na sua memória de um dia na praia. O borrado do tempo junta-se ao borrado da pintura nos traços que definem uma pessoa, sob a ação de um desejo que flutua, que é diáfano, que é eterno, que dura um dia só.

Em uma instalação no espaço de galeria,  através de uma tela, a qual borra os contornos dos elementos visíveis e dá qualidades de pintura à cena, vemos 2 performers em um loop de ações e iluminação em uma reprodução de uma praia em um dia de verão.

João Gabriel Pereira (Leiria, 1992). Vive e trabalha nas Caldas da Rainha. Formou-se em Artes Plásticas (2016), nas ESAD Caldas da Rainha.  Nesse mesmo ano, mostrou o seu trabalho na exposição “Paul & Bobby”, no âmbito do Sexto Grandioso Fim de Semana no Bregas, em Lisboa. Foi nomeado para o Prémio EDP Novos Artistas (2017) e tem participado em várias exposições colectivas, nomeadamente, Género na Arte. Corpo, Sexualidade, Identidade e Resistência, com curadoria de Aida Rechena e Teresa Furtado, no MNAC, Lisboa (2017); Pau Duro, Coração Mole com curadoria de Thomas Mendonça, FOCO, Lisboa (2017); Que farei eu com esta espada?, com curadoria de António Caramelo, Zaratan, Lisboa (2017); Quatro Elementos. (Fogo), com curadoria de Pedro Faro, Galeria Municipal do Porto; Panorama, com curadoria de Adelaide Ginga, Le Consulat, Lisboa (2016); Cave + Do rio das pérolas ao rio ave, Galeria solar, Vila do conde (2016); A meio de qualquer coisa, com curadoria de Nuno Ramalho, na Galeria Graça Brandão, Lisboa (2016); O lugar de alguém é fundamentalmente o olhar, com curadoria de José Maia, no Espaço MIRA A4, Porto (2015); Múltiplas Perspectivas e Não Menos Contradições e Sonhos, Bienal da Maia (2015); O que um Livro Pode ’15”, Atelier Real, Lisboa (2015); 21 Artistas, Teatro da Politécnica, Lisboa (2014), entre outras.

 

 

 

NAVE. Residência de criação. Dezembro 6-10, 2021. Santiago. Chile. Estreia: Dezembro 16 e 17.

Novo Negócio/ZDB. Lisboa, Portugal. Maio 5-7, 2021.

Fábrica de ideias/23 Milhas. Gafanha de Nazaré, Portugal. Abril de 2021.

Novo Negócio/ZDB. Lisboa, Portugal.- 1-19 de Março, 2021.

Pico do Refúgio & Arquipélago – Centro de Artes Contemporáneas. Ribeira Grande, Açores, Portugal. Janeiro 11-19, 2021.

OBERTOS PELO CÉU

Concepção, direção e coreografia Gustavo Ciríaco

Artistas  convidado  João Gabriel Oliveira (Pt)

Performers- Lisboa Bartosz Ostrowski (Pl) e Filipe Caldeira (Pt)

Performer – Santiago Rodrigo Brown (Cl)

Desenho de luz Tomás Ribas (Br/Pt)

Projeto arquitetónico e cenografia Gonçalo Lopes (Pt)

Direção Técnica Santiago Tricot (Uy)

Fotografia Gustavo Ciríaco, João Grama

Administração Missanga Antunes

Direção de produção Sinara Suzin

Co-produção Fundição Progresso (Rio de Janeiro) e NAVE (Santiago)

Realização Efémera Colecção – Associação Cultural

Apoio institucional  THIRD –  Dance and Theatre Academy – Amsterdam University of the Arts

Apoios a residência DEVIR – Centro de Artes Performativas do Algarve (Faro/Pt), Pico do refúgio (Rabo de Peixe/Pt), Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas (Ribeira Grande/Pt), 23 Milhas/Fabrica de Ideias (Gafanha de Nazaré/Pt) e Espaço Novo Negócio/ZDB (Lisboa/Pt)

Apoio República Portuguesa – Cultura | DgARTES – Direção-Geral das Artes

Cobertos pelo Céu – um passeio para o infinito conta com o Apoio à Co-produção de Espetáculo 2020-2021 /IBERESCENA.

Parceiros: ZDB  (residência) / Lisboa, Pico do Refúgio (residência) / Rabo de Peixe, Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas (residência) / Ribeira Grande e NAVE (residência e apresentação) / Santiago

Fotos João Grama e Gustavo Ciríaco